Entrada ---ee--- Projectos ---ee--- Pegada Ecológica ---ee--- Custódia da Natureza ---ee--- Apoiar ---ee--- Contacto
O que é a Custódia da Natureza? PDF Imprimir
Índice de artigos
O que é a Custódia da Natureza?
O objectivo das Custódias da Natureza
Acordos para a conservação
Uma estratégia complementar
O objectivo das Custódias da Natureza é recuperar e conservar a longo prazo territórios, sítios ou projectos que prestam serviços ecológicos de interesse comum, uma vez que afectam de forma positiva os ecossistemas.

As Custódias da Natureza pretendem gerar nos proprietários de terrenos rurais a responsabilidade de conservar e fazer um uso correcto dos recursos naturais, culturais e da paisagem. As Entidades de Custódia, sejam elas públicas ou privadas, são as verdadeiras promotoras da custódia da natureza. São elas que, através do contacto e sensibilização, tentar alcançar acordos com os proprietários. É também possível que a iniciativa de acordo de custódia parta do proprietário e não da entidade.

Mas os proprietários e as Entidades de Custódia não são os únicos agentes sociais implicados. A administração pública central (ministérios….) podem apoiar directa ou indirectamente as iniciativas de custódia. Os utilizadores das áreas (caçadores, pescadores, vizinhos, pastores…) também podem envolver-se em contratos de custódia, para além de que os cidadãos em geral podem participar nas actividades planeadas pelas Entidades de Custódia. As empresas privadas, por sua vez, podem patrocinar as próprias entidades ou acções vinculadas a contratos de custódia. O mecanismo para coordenar o trabalho conjunto de todos estes actores, é a chamada aliança estratégica para a conservação.

O ponto de partida para qualquer contrato de custódia é um terreno, uma propriedade, normalmente situada em zonas rurais, onde há valores naturais ou culturais a preservar. Estando estes em mãos privadas, são os seus proprietários os principais responsáveis pelo uso que é feito dos mesmos. Por sua vez, as administrações locais e entidades gestoras de baldios que possuam importantes extensões de terrenos, sobretudo em zonas montanhosas devem ser tidas em conta. Todas estas propriedades são locais potenciais para firmar um contrato de custódia.